terça-feira, 23 de novembro de 2010

2311 = 7.

Andando por ai encontrei alguém que me disse " não há mais nada pra lá, aqui é o final do caminho" então eu apenas o olhei, e continuei. O que há de errado com as pessoas para acharem que sempre se quer ou se tem que chegar em algum lugar, eu só estava ali porque queria, porque precisa de nada, era o que eu procurava, o nada. O nada que anda me acalmando, ou quase isso. Por um momento pensei estar buscando por alguém por entre aqueles longos caminhos, mais então parei pra pensar e decidi que, mesmo se estivesse, não estava, a dor já está sendo suficiente enquanto tento me livrar dos arrames farpados por onde andei me rolando. Isso me fez pensar no que seria a dor suficiente da qual eu falo, se quanto mais doi mais eu me amarro a essas farpas que grudam e minha pele e me machucam. Talvez não exista suficiencia em nada sem que eu esteja ao seu lado. Ando sentindo tanta a sua falta, e eu não ligaria se quissesse me prender outra vez em seus braços. Talvez eu só devesse parar com esse vicio feio de ficar te projetando em minha vida, deveria aceitar que você não quer nada disso pra você. Vou desistir de toda essa coisa horrivel que ando fazendo comigo mesmo, apartir de agora não existe mais você em mim, a menos que queira e me diga que quer, caso contrario aprendo apartir de agora a dizer ADEUS.
1402 = 7. vou ser só mais uma vez psicopata.
caso eu te deixe partir de mim hoje, vai ser
a mesma soma daquele dia que passamos
a viver juntos. Que por acaso, é meu numero
preferido.



Eu não sei dizer adeus
Eu não sei mas lhe amar
Eu voltei mas eu não vou ficar
Eu vim me convencer
eu sei nada vai mudar...
Não sei se vou ligar

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