Desejos que estão sempre a flor da pele, tento censura-los com os pensamentos sensatos que ainda existem em minha mente, mais nada parece cessar essa dor, essa dor de não poder estar sempre* ao seu lado. As linhas as quais com agulhas costurei minha boca para que não se abrisse outra vez e mais uma vez minhas palavras te invadiriam com meu medo visilvelmente percepetivel, as linhas estão cessando e meus labios se desprendem junto com meus olhos que não conseguem mais se manter fechados, forçando-se em abrir pois a luz que lança sobre mim é clara demasiada, arde. Espero que se meu medo se transformar em seu medo também, não doa tanto quanto, e que você o compreenda da forma correta, e não se perca de mim.
Todos esses sentimentos, que no fim são resumidos apenas em dor, estão me fazendo viver, esses riscos todos podem tirar minha vida.
*sempre: que desejo ou desejamos.
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